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quinta-feira, 23 de julho de 2009

Seja o melhor que puder

Nem sempre acordaremos tão bem dispostos
nem sempre nossos pés responderão ao comando de nosso cérebro tão rapidamente
nem sempre poderemos comer tanto sal e tanto açúcar
nem sempre comeremos tanto

nem sempre tomaremos água gelada sem camisa com a geladeira aberta
nem sempre conseguiremos correr com o nosso cachorro
nem sempre sentiremos graça em ter um cachorro
nem sempre digitaremos tão rápido e com tanta gente ao mesmo tempo
nem sempre nossa voz sairá em alto e bom tom
nem sempre teremos o que falar mesmo

nem sempre ouviremos tão bem e enxergaremos de longe
nem sempre os ônibus pararão para nós
nem sempre conseguiremos sair sozinhos
nem sempre oraremos com a mesma intensidade
nem sempre oraremos

nem sempre nossos pais estarão aqui
nem sempre nossos filhos permanecerão conosco
nem sempre estaremos por perto
nem sempre alguém estará por perto

nem sempre teremos o que escrever
nem sempre teremos a quem escrever
nem sempre sonharemos com tanta criatividade
nem sempre o nunca será tão falado e o sempre tão vivido
nem sempre teremos tanta gente como amigos

nem sempre terminaremos os livros que começamos
nem sempre lembraremos de quem hoje juramos não esquecer
nem sempre teremos tanto amor ou tanto prazer
nem sempre teremos a mesma vontade de vencer ou o medo de perder

mas mesmo que nem sempre consigamos realizar tudo o que planejarmos, completar tudo o que iniciarmos ou amar a todos que gostarmos; se pelo menos conseguirmos ser, em cada episódio inédito de nossa existência, o melhor que pudermos, já teremos sido muito bons... porque como acertadamente diz a poesia do comercial: redondo é rir da vida...

Carpe diem!

domingo, 3 de maio de 2009

Lembranças...

Até que ponto vale a pena olharmos para trás? O passado com todas as suas lembranças gera atitudes distintas em cada uma das pessoas. Umas preferem se esforçar em recordar apenas aquilo que foi bom. Outros porém, acreditam que recordar até mesmo aquilo que não foi tão bom assim é sinal de maturidade e serve de reflexão e alerta para evitar novos erros velhos. Existem ainda aqueles que vivem como se estivessem sido gerados já adultos – parecem ter inveja de Adão, que já “nasceu velho” – e assim preferem fingir que o passado não existe e viver o “daqui pra frente” – sendo o passado bom ou não. O último grupo é também muito interessante – são aqueles que não só recordam e lembram dos tempos passados, mas que vivem sonhando como se ainda estivessem nele – são os que não entendem que o passado, por mais sensacional que seja, é passado – e assim – passou... E aí, onde você se encaixa? A pergunta é simples e retórica. A resposta é subjetiva e reflexiva. E a escolha é sua – só sua...

Só vitória e que Deus lhe abençoe a lembrar sempre do que interessa – seja bom ou ruim.